Ideias e Oportunidades – Seu Negócio é você quem faz
Quero contar um pouquinho da minha história de vida como empreendedora, que já inspirou algumas pessoas e espero agora contribuir para aquelas que são empreendedoras e pretendem abrir um negócio ou vivem como eu o seu dia-a-dia na luta pela realização profissional.
É muito comum, para aqueles que possuem perfil empreendedor, terem um imenso desejo em abrir o próprio negócio, mas não saberem o que exatamente farão. “Eu sei q quero ser empresária, ter meu negócio, mas o que? “ O que geralmente se sabe de início é o setor que abrigará o produto ou serviço (Por exemplo: roupas, cosméticos, etc)
Para os empreendedores e empreendedoras, a vontade de ter seu próprio negócio, a ânsia por fazer algo significativo para a sociedade e com isso ainda ganhar dinheiro é um sonho que se sustenta por muito tempo podendo concretizar-se em curto ou longo prazo ou até mesmo não concretizar-se.
Hoje quero falar um pouquinho sobre como organizar as ideias e encontrar no seu dia a dia a inspiração para abrir o seu negócio ou implantar novos projetos em sua empresa.
Utilize um caderninho!
Sim! Ele pode te ajudar.
Quantas vezes você teve ter escutado que devemos sempre ter a mão um caderno para anotar todas as idéias que temos ao longo do dia? Há até mesmo uma empresa que fabrica cadernos de anotações e que utiliza em seu marketing a prerrogativa de que artistas como Pablo Picasso e Ernest Hemingway registravam suas idéias em caderninhos como este.
Uma grande verdade é que nosso cérebro cria muitas coisas durante o dia e não anotá-las é um grande desperdício. Uma grande qualidade do empreendedor é ver oportunidades onde os olhos dos menos otimistas não conseguem.
Quando estamos animados para implantar um novo negócio ou alimentar um negócio em andamento nosso otimismo abre nossa mente e passamos a enxergar melhor pequenas coisas que nos acontecem no dia a dia. Algo um tanto automático. Um alerta que é ligado em nosso cérebro em busca de oportunidades. Não desperdice qualquer idéia, mesmo que não seja útil no início, ela pode ser útil no futuro.
Foi assim que comecei meu planejamento, para a Álom (Sonho em húngaro). Meu caderninho dormia do meu lado. Cada vez que pensava no meu negócio e até mesmo no meio da noite ou logo pela manhã, lá estava eu anotando o que me vinha à cabeça. Peças soltas de um quebra-cabeça que se tornaria minha empresa 1 ano e meio depois.
Procure diferenciar-se
Oferecer um serviço ou produto que já está disponível no mercado, tudo bem, mas exatamente igual, não é vantagem. Procure diferenciar-se e sair do “mais do mesmo”.
Já tive uma editora de revistas impressas há cerca de 8 anos atrás. Após 4 anos no mercado corporativo, no meu retorno ao mercado como empresária pensei em voltar a fazer o mesmo. O mesmo q eu já fazia antes e que já estava saturado no mercado.
Não!! Mais do mesmo?? Entrar em briga com uma concorrência já consolidada? Oferecer o que o público alvo já estava cansado de ter??
Diante disso foquei meu planejamento estratégico em Revistas Digitais. Mídia inédita nos mercados que atuo: odontologia, estética e fitness. Aliado ao veículo de comunicação diferenciado segmentei mais ainda e foquei em gestão de negócios, o que nos mercados de estética e odontologia é totalmente inédito.
Resumindo, analise muito bem o mercado que deseja atuar. Sempre haverá um pequeno espaço que ainda não foi explorado.
Fazer um planejamento bem estruturado é muito importante. Ainda hoje, após 1 ano e meio como empresária novamente, ele ainda sofre modificações. Precisamos nos adaptar ao mercado, as novas oportunidades que surgem e as necessidades dos clientes.
Forte Abraço!
Thais de Almeida
Sangue, Suor e Sucesso
Começar um negócio não é fácil. Muitas são as variáveis q devem ser milimetricamente estudadas antes de tomar esta decisão. Fatores como a viabilidade do negócio, investimento e reserva pessoal até que o negócio dê lucro são pontos cruéis que muitas vezes adiam ou até mesmo cancelam a realização do sonho de se tornar empresário.
Sem querer desanimá-las, ultrapassadas essas barreiras o pior ainda está por vir.
Começar ainda é mais fácil que manter. A empolgação do início nos dá energia para batalhar dia, noite, madrugada e finais de semana pela idéia a ser implementada. Com o passar do tempo, 1 ano ou pouco mais, o retorno começa a chegar e vc vê que aquela maratona não diminui, pelo contrário, aumenta.
As cobranças começam a vir de todas as partes. Não estou falando cobranças financeiras. Mas sim as que você mesma faz pra vc: será q estou no caminho certo? Será q não foi grande demais a minha pretensão em me tornar empresária?
Menos tempo com a família, menos horas de sono, menos dinheiro…
Mais cobranças, mais pressão, mais “chefes”, mais problemas..
Muito sangue e suor.
Sim, a vida de empresária está longe de ser uma vida de glamour como muitas pensam. Tirando a parcela de pessoas q possuem um bom capital e um negócio muito bem estruturado, a grande parcela dos pequenos empresários constrói seus negócios na mais pura ralação.
Faço parte desta parcela.
Mas calma, não estou escrevendo um artigo para desanimar a massa empresária iniciante que ainda está na fase do perrengue.
Eu já tive uma empresa anos atrás e após 3 anos precisei desistir do sonho. Por “n” motivos precisei tomar essa decisão, doloridíssima. Um negócio não é apenas um negócio. Ele se torna parte de sua vida, é como um filho, vc planeja, se prepara, fica ansiosa, vê nascer, crescer, te dá alegrias e preocupações. Mas dentre todos os pontos, vale muito a pena passar por tudo isso.
Voltar para o corporativo após ter sido empresária não é nada legal. O mercado é até de certa forma preconceituoso. Vc é visto, um pouco, como fracassado. E em parte se sente um pouco assim tb. Voltar a ter q seguir ordens sem aquela autonomia. Sem horários flexíveis, sem o destaque que você possuía perante o mercado.
Passados 4 anos, consegui voltar a ser empresária de novo. Uma experiência infinitamente melhor do que a primeira. Desta vez sem sócios, os obstáculos se multiplicaram, mas a vontade e garra também. Agravantes se juntaram a minha nova experiência, como o fato de ter q dividir meu tempo com minha filha e tarefas domésticas. A madrugada se tornou minha companheira na complementação das minhas horas produtivas.
A jornada é desgastante mas dependente muito mais de sua força de vontade, garra, perseverança e determinação do que dos fatores externos. A fé de que dias melhores virão e o sucesso será uma conseqüência natural devem estar em sua mente todo o tempo.
Quando digo sucesso, considero não somente o financeiro, mas o da realização.
A realização profissional que se reflete na pessoal é imensurável!
Desejo a vcs muito sangue, suor e sucesso!!!
Forte Abraço!
Thais de Almeida
Administradora de Empresas, Pós Graduada em Comunicação e Marketing pela ECA/USP e Diretora da Álom Comunicação em Negócios.
Dane-se o preconceito eu tenho orgulho de ser mulher.
E confesso, sou feminista sim!
Só nós mulheres sabemos o que é ser mulher.
Desde de crianças já somos condicionadas com as brincadeiras “feitas para meninas” a sermos donas de casa, esposas e mãe. Porquê????????
Não estou condenando as mulheres donas de casa, sou a favor sim, da Realização. Há mulheres que se realizam dessa forma, mas sei q a maioria não.
Como mãe, não incentivar os brinquedos de casinha para minha filha é uma tarefa difícil, mas me sinto orgulhosa em contabilizar que a qtde de livros que ela tem supera em dezenas a de bonecas. O que eu desejo pra ela? Felicidade. Inteligência. Independência. Para ela ser o que quiser, até mesmo dona de casa.
Não, não é um texto revoltado, apesar de parecer, mas um desabafo.
Nos mulheres somos amplamente bombardeadas com o machismo em diversos aspectos.
O tempo não nos favorece na sociedade. Enquanto o fator tempo não afeta os homens, ou melhor, torna-os melhores, nós mulheres corremos contra ele o tempo todo. Uma questão natural.
Temos prazo de validade.
Se quiser ser mãe, precisa ser até os 35 anos pois depois disso se torna arriscado, o que leva a uma crise das solteiras de 30 que precisam correr atrás de um homem. “Correr atrás de um homem?????” E acabam fazendo besteira pegando o primeiro que se submeter a esta empreitada.
Ser mãe. Homens não têm a mínima noção do que é uma gravidez. Um turbilhão de emoções, mudanças e inseguranças. Dores e mais dores. Amamentação!!!! Também não foram abençoados com as maravilhas de tudo isso, mas agem como se fosse tudo muito simples, fácil, da natureza. Não, não é. Como mãe, a conclusão que tiro é que as mulheres não tem noção de sua própria força física. Porque isso nós temos de sobra!
E o preconceito reina.
Somos tachadas: mulher solteira, mãe solteira, mulher divorciada (ou largada, como já escutei), solteirona, tia.. vários nomes que remetem a falta de homem, ou melhor, de um homem q nos sustente.. porque?????
Somos apedrejadas, castradas e aprisionadas em alguns países de forma extremista. Mas o cenário não é tão diferente aqui no Brasil. Os homens possuem uma irracionalidade a flor da pele que podemos ver todos os dias nos noticiários: estupros, agressões a mulheres e crimes passionais. Uma irracionalidade que remete a uma dominância inconsciente as mulheres.
Mas também não excluo nossa culpa. Muitas mulheres possuem comportamento que desvaloriza e marginaliza o feminino levando os homens a pensar que somos objetos. Nós mesmas somos culpadas por boa parte do comportamento machista.
Namorar um homem mais novo, então. Será que os sentimentos são regidos pela data de nascimento?? Todos os aspectos do relacionamento são analisados pela sociedade: carência da mulher, interesse financeiro do homem, fuga do envelhecimento na mulher, orgulho masculino. Mas e o sentimento, ninguém considera não? E porque qdo é o contrário ninguém fala nada? O curioso nesse aspecto é que na maioria das vezes AS MULHERES consideram errado uma mulher mais velha namorar um homem mais novo, aí entra a competição feminina.
E o tal “tinha q ser mulher” ? Uma vez um indivíduo bateu na traseira do meu carro em plena Av. Rebouças, eu saí do carro pra ver o estrago e ainda tive q escutar de outro motorista essa infeliz frase. O cara fez a merda e eu q escuto?
Costumo dizer que as mulheres precisam provar duas vezes mais sua competência. No mundo dos negócios os maiores cargos ainda são ocupados pelos homens, a diferença salarial ainda existe, mesmo em mercados predominantemente femininos os formadores de opinião são na grande maioria homens.
No mercado de trabalho, vamos perdendo pontos conforme o tempo passa. O mercado prefere mulheres mais jovens, solteiras, sem filhos. Qto mais requisitos contra esse perfil vc tiver, mais difícil fica a competição, lembrando que já entramos no jogo em desvantagem simplesmente por sermos mulheres.
Como empresária vivencio isso muito de perto. O fato de ser mulher nunca facilitou em nada meu crescimento profissional, pelo contrário, travo uma luta constante em demonstrar seriedade, e mesmo assim ainda rende constantemente frases nada criativas provenientes da classe masculina.
As triplas jornadas de trabalho. Trabalhamos o dia todo, chegamos em casa e temos que preparar o jantar, banho nos filhos, lavar a louça, colocar a roupa pra lavar. E os homens enquanto isso, no sofá.
É uma luta diária. Na natureza o rei da selva morreria de fome se não fossem as mulheres, as leoas.
Enfim, podemos ser felizes!!
Casadas ou solteiras. Com filhos ou sem filhos. Empresárias ou donas de casa!! A sociedade nos impõe estereótipos e cabe a nós mudarmos essa tendência.
É homens, mesmo com tudo isso, estamos avançando cada vez mais. Aos poucos fomos nos tornando chefes de família, empresárias, diretoras de grandes empresas e chegamos a presidência do país. Superamos em números, em sensibilidade e bom senso.
Ainda há duvidas de que o mundo é das mulheres?
Apesar de estar postando este texto hj, Dia Internacional da Mulher, não sou a favor de ter um dia para nós, pois é um dia de lembrar nossa importância, assim como Dia da Consciência Negra, é uma forma de nos destacarmos dos demais, não é isso que queremos, se queremos igualdade, porque um dia especial?
Tudo isso não é um ataque aos homens, mas a todos que de alguma forma tratam as mulheres com diferença seja qual for. Muitas vezes esse preconceito vem de nós mulheres, afinal, somos nós que formamos os homens e mulheres de amanhã e cabe a todos nós mudarmos essa perspectiva. Assim é o mundo que imagino para quando a minha filha se tornar uma mulher.
Feliz Dia Internacional da Mulher
Apelo: Não Invista em Mídias Sociais!!
Quer investir em mídias sociais?
Antes disso, invista em seu cliente!
Hoje seu cliente se tornou sua maior mídia. Pode fazer do seu negócio, sua marca, sua imagem o céu ou o inferno.
Não são poucos os casos de reclamações de clientes que tomaram proporções astronômicas nas redes sociais.
Recentemente o caso Brastemp.
Ano passado, a empresa criou uma campanha sensacional “Inspiração muda tudo” uma campanha muito criativa que tocou o emocional das pessoas no ambiente off line e on line também. Mas, infelizmente, uma ação promovida por um cliente insatisfeito através de um vídeo amador se tornou tão forte quanto o viral criado por uma mega agência de publicidade.
Resultado? Uma avalanche de pessoas abraçando a causa do cliente insatisfeito. Um rebanho de pessoas indignadas com a situação dele e ainda dando força para mais clientes que já haviam tido problemas com a empresa.
Adianta gastar milhões em campanhas em diversas mídias e esquecer-se de atender seu bem maior? O cliente? O estrago pode ser enorme.
As campanhas falhas não param por aí. Hoje até mesmo estudantes que reclamam do preço do pão de queijo na cantina da escola ganham força e destaque nas redes sociais. E após esse destaque, outras mídias como TVs e jornais noticiam tal repercussão. Amplificando ainda mais os estragos.
Infelizmente, são menores os casos de “coisas boas” que tomam essa proporção.
Isso quer dizer que na internet, mais precisamente no Twitter, todo mundo é revoltado?
Não é bem assim. Como já citei antes, em frente ao teclado ficamos mais “soltinhos” e fortalecidos ao nos juntarmos a uma massa revolucionária.
O grande desafio do marketing hoje é mesclar ou até mesmo optar pelo que incluir em seu planejamento estratégico. A propaganda ou o cliente?
O ideal, claro, seriam os dois.
Mas se tiver que optar, opte pelo cliente.
Vocês devem se perguntar: mas Thais, vc tá louca? Vc vende isso: propaganda, publicidade em rede sociais e está me pedindo para abrir mão disso e investir no cliente?
Sim! Como veículo de comunicação a imagem das empresas que represento devem estar “bem na fita”. O cliente insatisfeito de uma dessas empresas automaticamente remeterá a empresa “porcaria” ao veículo (as revistas que publico) como sendo tão “porcaria” quanto.
Ministro palestras incentivando empresas e profissionais a investirem em mídias sociais, mas sempre ressalto que, o ambiente on line deve ter o suporte da empresa no ambiente físico. Atendimento, relacionamento e atenção ao cliente. Quem tiver a intenção de vender até a mãe nas redes sociais, esquece, insucesso na certa.
Propaganda, anúncio e promoções gerarão demanda, muitos clientes. Mas basta apenas um ou dois para transformar seus investimentos em pó. Sua imagem de “o melhor” para “o lixo”.
A dedicação no atendimento através das redes sociais pode ajudar muito na comunicação e relacionamento com seus clientes,mas sem uma postura proativa no ambiente off line, sem valor percebido pelo cliente, essa dedicação será em vão.
Seu cliente se tornou sua maior mídia! Invista nele. Seu retorno é garantido.
Para quem não viu:
Vídeo Brastemp: “O dia em que um sorriso parou São Paulo”
Video do Sr. Oswaldo Borelli consumidor Brastemp:
Abraço!!
Thais
A Ilusão do Relacionamento nas Redes Sociais
Não é novidade que as redes sociais são ferramentas sensacionais de relacionamentos pessoais e profissionais para manter-se atualizado sobre o acontece no mundo, na vida dos amigos e parentes distantes e na comunicação com clientes.
Mas até que ponto todo esse relacionamento intermediado pelas redes sociais é realmente um relacionamento? Qual a definição de relacionamento?
Sabe-se que relacionamento é a forma como as pessoas se comunicam, se tratam. Dentro das redes sociais, a troca de informações através de pequenas comunidades de interesse em comum caracteriza-se um relacionamento. Mas só isso? Troca?
Tenho como definição que relacionamento é algo mais profundo. Não apenas a comunicação entre pessoas, mas a participação da vida um do outro.
Podemos dizer q dentro das redes sociais q estamos inseridos, com alguns temos apenas uma troca de “bom dias”, artigos e informações em geral. Mas com outras realmente criamos um relacionamento, participamos das vidas das pessoas, às vezes até mais presentes do que aqueles no ambiente off line.
Para uma empresa que apenas deseja divulgar promoções, atrair visitas para seu site ou blog fornecendo informação, podemos chamar apenas de “troca” . Relacionamento é quando a empresa está interessada no cliente individualmente, no sentimento com que o cliente tem diante da experiência bem ou mal sucedida com o produto que adquiriu ou que almeja adquirir.
Quando digo que as redes de “relacionamento” escondem certa ilusão de relacionamento, quero dizer que hj alguns, na ânsia de estarem inseridos no ambiente digital “pq todo mundo está lá”, não exercem efetivamente o “relacionamento” a que se propuseram na hora da criação do perfil.
Hj conheço muita gente no ambiente on line. Com a maioria uma relação de “troca” e com alguns um “relacionamento”. Pessoas que se identificaram com minhas idéias, com a minha filosofia de trabalho, com meus ideais e com minha história.
Recebo comentários e e-mails de histórias de pessoas q dividem comigo mudanças que implantaram em suas vidas inspiradas em minha história ou pelo meu trabalho.
O meu maior reconhecimento! Fazer a diferença na vida de uma pessoa é a melhor herança que posso deixar.
Pude constatar utilizando as redes sociais que as pessoas são mais solidárias no apoio a causas do próximo, menos tímidas por trás de seus nicks, as palavras fluem melhor pelo MSN, os desabafos são praticamente vomitados em blogs e twittes, frases feitas e músicas refletem o estado de espírito do momento.
Mas o q está por trás de todo isso?
Um grito desesperado por alguém que te escute? Muitos podem ler o q vc escreve mas qtos realmente te respondem? Oferecem-te um ombro virtual?
Sim, podemos criar relacionamentos pelas redes sociais. Um relacionamento profissional de sucesso pode começar assim, bem como um relacionamento amoroso, uma grande amizade.. Acredito sim, que se pode criar relacionamentos sólidos no ambiente off line e que foram iniciados no ambiente on line.
Mas não acredito q eles possam ser tão intensos e verdadeiros quanto o contato olho no olho.
As redes sociais nunca substituirão um olhar.. um sorriso.. e o mais intenso de todos, o abraço!! Quanto se pode dizer num abraço…
Quantos de seus “amigos” são realmente seus amigos? Das 500 pessoas que te “seguem “no Twitter quantas realmente estão interessadas no q vc fala?
Sim, por trás da maravilha das redes sociais, há uma ilusão de relacionamento. Um quebra galho na falta de tempo, uma ferramenta de otimização de comunicação em massa segmentada, um vício, uma paixão, um mal necessário.
Abaixo, um vídeo q eu assisti no perfil do Facebook de um amigo, @IvandeMarco , muito interessante e que ilustra um pouco o texto de hj.
Abraço
Thais
Redes Sociais: Ame-as ou Deixe-as
É fato que hoje as redes sociais são a grande febre da internet. A facilidade de se encontrar amigos de grandes datas perdidos nas idas e vindas da vida encantou a todos nos últimos anos. E isso não é só característica dos mais jovens não, os mais velhos até a terceira idade, já fazem parte das redes. Seja geração U, V, W, X, Y, Z, cerca de 80% da população internética possui perfis nas redes sociais.
Numa roda de amigos é muito comum encontrar o grupinho q twita discutindo os últimos assuntos mais comentados na rede, e sempre há aqueles que olham com aquela cara: do q vcs estão falando?? Aí vc pergunta: pq vc não está no Twitter? Resposta: ah.. pq ninguém me segue… ou Ah, é coisa de quem não tem o q fazer..
Eeeeepaaaaaaaaaaaa!!!!
Peeeeeeeeeraaaíiiii!
Como tudo na vida… Depende..
Tudo depende da utilidade que vc dá para as redes sociais, quais seus objetivos. Vc pode acessar diariamente seus perfis no Orkut, Facebook e Twitter, por 30 min por dia e ficar super atualizado com as notícias dos seus amigos e do mundo.
Mas tb, você pode ser muito capaz de fazer com que seus perfis sejam altamente qualitativos se vc se dedicar mais horas por dia, fornecer informação relevante e basta utilizar sua criatividade.
Criatividade!! Inovação constante!! Informações novas chegam a todo o momento. É fato que, se destaca quem oferecer algo diferente.
Tem muita coisa útil na internet além de muita coisa inútil. Há quem ganhe muuito dinheiro com conteúdo fútil e há quem trabalha madrugadas e ganha migalhas com conteúdo excelente.
Na internet se encontra de tudo!
Bom, e a galera que não está mas QUERIA ESTAR?
E a galera q está SÓ POR ESTAR?
E a galera q não está e só CRITICA QUEM ESTÁ?? ..hehe (os piores..rs)
O fato é q no fundo, todo mundo ama as redes sociais. Eu.. tu.. eles.. Todos nós!
Quem não gosta de se relacionar, conhecer gente nova, dar risada, se emocionar, se informar!!! Vai, a maioria gosta sim!!
A insegurança das pessoas em si mesmas, a baixa auto-estima e o medo da rejeição afastam as pessoas do convívio nas redes sociais com objetivo produtivo.
Para as empresas, ou mesmo para pessoa física, o medo de ter sua marca manchada com as opiniões e a viralização das reclamações afastam as pessoas e empresas.
Bom, se vc não confia no seu taco, então não entre mesmo.
Nas redes sociais, seja por objetivo pessoal, profissional ou corporativo, vc vai escutar o q não quer. Principalmente qdo dizer o que quer.
Seja uma crítica daquela foto no seu álbum q vc abusou do Photoshop e ficou pior q o natural, ou aquela escorregada no happy hour q virou assunto entre os colegas de trabalho ou até aquela entrega de produto q vc prometeu pro cliente umas 10 vezes q ele estaria recebendo em 2 dias e após 2 meses.. nada.
Sim, todos nós erramos, mas a forma como contornamos a situação pode retomar sua imagem e até mesmo melhorar. Seja criativo e principalmente e mais importante: não quebre o pau com a galera!! Discussões na rede só darão mais audiência para aquilo q vc quer q seja esquecido.
Meu lema é.. se não gosta do que eu falo.. dá unfollow.. ninguém é obrigado a gostar de tudo o q o outro gosta. Aceito que as pessoas não concordem com o que eu falo, mas não aceito que as pessoas digam: pq vc falou isso? Pq eu quis, oras..
As redes são canais livres de opinião, cada um tem a sua e a regra principal é dividir! Saber respeitar o outro, sem julgamentos, SEM PRECONCEITO (please!!) são premissas para a boa convivência on line e off line também.
O fato é que, eu sou apaixonada pelas redes sociais! Elas se tornaram meu instrumento de trabalho, conheci muuita gente do bem. A ampliação do networking e as facilidades de contato até hj só me trouxeram ótimos resultados e é isso que espero para quem lê esse texto hoje, utilizem as redes sociais ao seu favor. Vale a pena!
Abraço!!
Thais
Revista Digital Corporativa: aliada na redução dos e-mails marketing
Há alguns dias fui questionada sobre qual a real utilidade das revistas digitais. Não somente as revistas digitais segmentadas, como as que editamos na Álom, mas também as revistas digitais corporativas.
No exterior, as revistas digitais já se consagraram como uma forte mídia complementando ou substituindo a impressa de forma sustentável. Tanto que, com a entrada dos Ipads, editoras correram para criar aplicativos e disponibilizar suas revistas especialmente para aqueles q possuem tablets.
Assistindo uma das palestras da Campus Party nesta semana, um dos convidados fez um comentário interessante: “no Brasil existem cerca de 30mil tablets (não sei se é verdade) e as revistas que correram para criar aplicativos queriam mais aparecer na mídia como precursoras do que realmente atingir uma parcela mínima de leitores.” Pode ser que sim, pode ser que não. Apoio a ação e acredito na tendência sim, mas acho q não se deve apenas pensar em revistas digitais para que proprietários de Ipads possam ler, mas sim na utilidade do veículo em si, torná-lo acessível nos tablets se torna secundário.
Considero as revistas digitais um avanço na comunicação, pois utilizam um canal democrático para visualização de forma sustentável além de poder se tornar uma grande aliada das empresas na redução dos chatos e-mails marketing.
Não, as revistas não irão substituir os e-mails marketing, mas podem reduzi-los. Uma empresa que envia e-mails semanalmente ou 2 vezes ou mais por semana incomodam seus clientes e prospects. Mesmo que os mesmos tenham autorizado o envio de e-mails, recebê-los com freqüência causa desinteresse, ou seja, o cliente não abre mais os e-mails. Analise vc mesmo, qtos e-mails marketing que vc mesmo solicitou ou autorizou, ao recebê-los com muita freqüência, vc simplesmente ignora e deleta?
Sim, as revistas digitais podem ajudar! Empresas que enviam promoções e lançamentos podem incluir em suas revistas digitais não somente anúncios mas também entrevistas com clientes, eventos que participa, novidades sobre o mercado em geral, cases de sucesso ou cases de utilização de produtos, enfim, uma série de assuntos, entregando ao cliente e prospect além do seu “material de venda” muito mais informações, tornando assim sua comunicação mais eficaz.
Resumindo, enviando um email mensal, pode-se incluir todas as informações e muito mais em uma revista e tornar a leitura do seu cliente mais atrativa e a mensagem chegar com mais eficiência.
Fica a dica!
Abraço
Thais
O Fenômeno das Revistas Digitais
Quando iniciei as atividades com a Álom em agosto de 2009, eis os comentários q eu escutava: Thais, porque editar revistas digitais? Hmm.. as pessoas não gostam de ler na tela. Revistas digitais não passam de mão em mão e atingem cerca de 3 leitores por exemplar!
Ok, estes comentários hj não fazem tanto sentido, diante do boom das revistas digitais e ainda mais com a chegada dos tablets. Mas há cerca de 1 ano e meio atrás, revistas digitais eram motivo para alguns leitores e muitos anunciantes torcerem o nariz.
Tendo como histórico profissional a atuação em editoras de revistas (desde os 17 anos) e tb o fato de já ter sido proprietária de uma editora e lançado uma revista impressa. A ideia de lançar revistas digitais traz em seu contexto sustentabilidade, baixo custo de produção ( o que gera redução no preço dos anúncios ) e alto alcance de leitores. Um cenário otimista em um negócio inovador.
Não demorou muito para algumas revistas impressas concorrentes começarem a disponibilizar suas edições on line na íntegra deixando em segundo plano a venda de exemplares e procurando nesta ação trazer mais resultados para seus anunciantes que realmente sustentam as revistas.
Algumas empresas vendo neste formato de mídia uma forma de comunicação com seu mercado de forma prática, rápida e informativa também iniciaram seus investimentos em revistas digitais e foi nesse momento que comecei a oferecer este tipo de serviço também.
Muitas questões hj pairam diante da continuidade das revistas digitais. As pessoas preferem ler revistas na internet ou ainda não abrem mão das impressas? E qual a diferença com os blogs? Ler na tela é realmente chato? Vender revistas digitais, isso é um bom negócio?
Primeiro, os blogs expressam mais a opinião de seus escritores através de textos mais curtos. A possibilidade de categorização de assuntos e a freqüência tb são pontos fortes dos blogs (todas as minhas revista tem blogs tb!). Sou mega a favor de blogs, por isso criei um
. As revistas trazem matérias maiores e jornalísticas e notícias e reúnem colaboradores, como qualquer revista impressa.
Acredito que o segredo do sucesso numa revista digital é sua qualidade e segmentação. Elaborar uma revista muito bem segmentada e trazer assuntos muito relevantes atrai os leitores e até mesmo cria expectativas para as edições seguintes, muitos dos meus leitores enviam e-mails qdo as revistas atrasam.
Nos últimos dias, li uma notícia sobre a venda de revistas digitais onde uma pesquisa apontava que houve uma baixa nas vendas no final de 2010. A Wired, por exemplo iniciou em junho com 100mil cópias e em setembro vendia 31mil copias. O oba-oba de se lançar revistas digitais somente para serem vendidas via Ipad vem se mostrando fogo de palha. No Brasil, as impressas já estão oferecendo suas versões para iPad o que se revelou um grande sucesso.
Na minha singela opinião: com os anos e as décadas, o número de vendas no formato digital irá superar as impressas.
Ainda hoje me perguntam: mas sua revista é só na internet? Eu respondo: sim! E vc não pretende lançar impressa? R: De jeito nenhum!
Thais de Almeida
O Futuro do Conhecimento está no Mundo Digital
Adoro livros. Tenho muitos e leio pelo menos 1 a cada 15 / 30 dias. Não importa qual assunto.
Adoro ler.
Bula de remédio, manuais de instruções (menos o do meu celular, desisti), obituário nos jornais, expediente das revistas. Leio tudo o q aparece na minha frente.
Quero deixar isso bem claro, pois minha intenção não é criticar os veículos de informação mas comparar formas de adquirir conhecimento.
Jornais
Há anos que utilizo a internet para saber as notícias e pra falar a verdade, só tive assinatura de jornal 1 vez e por um mês, desisti . São grandes demais em tamanho, qtde de páginas e conteúdo e tb em propaganda e para piorar, sujam as mãos e a roupa.
Os sites de notícias na internet são muito mais ágeis, as informações são praticamente em tempo real. Se cai um avião do outro lado do mundo um site de notícias informa na hora, basta vc estar na internet para saber e não esperar para assistir o jornal da noite ou ler o jornal do dia seguinte. E no meu caso, q sempre trabalhei em frente ao computador e on-line, isso sempre foi uma grande vantagem.
Com o passar do tempo, os jornais estarão cada vez menores, até que um dia, chegarão a extinção. Isso pode demorar muito tempo, mas acredito que serão os primeiros a se tornarem peças do “Museu da Mídia e Informação”.
Revistas
As revistas possuem um prazo um pouco maior pois são mais específicas, com informações mais detalhadas, artigos maiores. Facilidade de ler em qualquer lugar, cheirinho de papel e tinta. Mas ainda possuem uma desvantagem, com o tempo, acumulamos milhares dentro de armários e prateleiras e nem lembramos mais o conteúdo delas, ou seja, elas se tornam lixo reciclável em alguns anos. Quem nunca fez uma limpa dessas em casa?? Sou especialmente fã de revistas. Mas confesso q hj em dia não compro mais, a não ser que me chame muita atenção algum assunto.
Livros
Os livros, os reis do conhecimento. Esses eu acredito que nunca serão extintos. Com o tempo vão perder a força q já tiveram um dia, mas sempre serão especiais e essenciais para estudo de grandes teorias q permanecem por séculos e para se entreter com um grande romance ou aventura. Os livros levam a vantagem na quantidade de conteúdo e praticidade na leitura.
Internet
A internet pode ser considerada a rainha da agilidade. Podemos obter notícias rapidamente e conhecimento de qualquer assunto em diversas fontes. Na maioria das vezes, pode-se substituir totalmente livros, revistas e jornais. E até mesmo, a TV, o cinema e o vídeo game. Tudo em um só lugar. Em se tratando de conhecimento, nenhum outro meio de informação é mais atual que a internet.
Atualmente, com as redes sociais a internet está ampliando o relacionamento entre as pessoas, e para alguns, substituindo o relacionamento interpessoal (essa parte eu não concordo, mas cada um é cada um) o que ampliou mais ainda a troca de informações e o acesso a conhecimento de diversas formas, fontes, pontos de vista e com direito ainda de darmos nosso pitaco sobre a opinião dos outros.
Até o dia q inventarem algo mais brilhante (ou que me convençam do contrário), a internet reinará absoluta como veículo de informação e conhecimento.
Thais de Almeida



